Formação continuada – avaliação do curso

16 12 2008

O curso de Alfabetização e Linguagem ministrado pelos tutores Maurício e Lenita contribuiu muito para o meu crescimento profissional, para o aperfeiçoamento da minha prática pedagógica, abriu meus horizontes no que diz respeito ao uso da tecnologia em sala de aula.

Por esta razão, me identifiquei bastante com o curso o qual troquei experiências com os tutores e com os meus colegas cursistas. Li os módulos, textos avulsos que complementaram os estudos dos módulos. Aperfeiçoei a minha prática pedagógica através da teoria e dos exemplos demonstrados nos módulos. Apliquei em sala de aula algumas sugestões apresentadas em sala de aula e nos módulos. Participei de dinâmicas. Produzi um blog, ou melhor, um webfólio em que eu escrevi muitos textos reflexivos que contribuíram para a construção dos conhecimentos necessários para a conclusão do curso. Assisti palestras. Fui à feira do livro.

Todas estas atividades foram muito enriquecedoras e inesquecíveis e me fizeram entender o quão é importante que os alunos leiam e produzam textos de forma eficiente. Pude perceber que a gramática deve ser ensinada, mas inserida dentro de um contexto e utilizando o conhecimento prévio trazido pelos alunos que já possuem uma gramática internalizada.




Texto, Linguagem e Interação

5 08 2008
Módulo 2, Fascículo1

COROA, Maria Luiza Monteiro Sales. Texto, linguagem e interação. Brasília: Centro de Formação Continuada de Professores da Universidade de Brasília – CFORM/UNB: Secretaria de Educação Básica – MEC/SEB, 2004.

O fascículo 1, módulo 2 faz uma reflexão a respeito do tema texto, linguagem e interação. Esta reflexão focaliza não só o que se entende a respeito destes conceitos texto, linguagem e interação, mas também sobre o que esses conceitos representam nas práticas pedagógicas de Língua Portuguesa. Discuti-se também que o ensino-aprendizagem da língua portuguesa não deve se apoiar apenas nas regras gramaticais, mas também no ensino de textos. Ou melhor, o estudo da língua deve envolver tanto o estudo de textos quanto de regras de forma interativa, metalingüística e polissêmica. As regras devem ser estudadas, analisadas dentro dos textos e a partir deles. Para que a comunicação lingüística seja realmente interativa, o uso da linguagem deve ser adequado. Esta interação relaciona-se a idéia de diálogo, isto é, ouvir, dizer, responder, agir, reagir, construir e reconstruir os significados da comunicação.

A comunicação lingüística e a construção de sentidos da linguagem são os objetivos, as funções principais do uso da língua materna. Ou seja, a língua não deve ser vista apenas como um sistema de sígnos, sinais, símbolos, códigos lingüísticos assim como nas abordagens estruturalistas do ensino tradicional. Ela possui uma função de atuação social, histórica, cultural, política, ideológica, cognitiva e de interação entre os falantes nativos, interlocutores, usuários, sujeitos da ação social e cultural inseridos em situações concretas. Neste caso, o texto é a unidade do fazer lingüístico, a unidade privilegiada de ensino e a linguagem é o centro e a razão de tudo.

O texto pode ser definido como um todo significativo, uma unidade de sentidos que possue um encadeamento em suas idéias e estruturas lingüísticas, seja ele realizado pela escrita ou pela fala. Este encadeamento é efetuado através de elementos chamados de conectivos como por exemplo conjunções, preposições, etc. Esta conexão de idéias é conhecida como coesão. A harmonia entre estas idéias e estruturas lingüísticas as quais obedecem a uma lógica é nomeada como coerência. A falta de coesão e coerência na organização textual é um dos problemas que geralmente são encontrados nos textos dos alunos e podem comprometer a clareza dos mesmos. Para corrigir esta disfunção é necessário que o(a) professor(a) explique aos alunos que tipo e gênero de texto deve ser produzido e qual é a organização textual adequada das idéias de cada um, por exemplo, uma entrevista, uma carta, um bilhete, uma narração de um história, etc… Uma dica é o uso da oralidade na troca de idéias e sensações antes da produção do texto para que os alunos articulem seus pensamentos com mais clareza. E o completo entendimento do texto depende das marcas ou pistas textuais, das interferências do leitor, de elementos lingüísticos e contextuais, culturais, sociais, políticos,…, de conhecimentos prévios, conhecimentos partilhados, reconhecimento do contexto histórico e político, etc.

Em construção…





Pronome possessivo

4 08 2008




Avatar animado falante

4 08 2008

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Avatar animado

que fala

Caso você queira incrementar seu site, blog ou rede social com o recurso de um avatar que fala, você está no lugar certo. Seus problemas acabaram!!! Rsrsrsrs! Este post vai ajudá-lo nesta tarefa. Os avatares animados que falam foram criados pelas empresas SitePal e Voki. Estas foram desenvolvidas pela Oddcast e têm uma vasta experiência na criação de personagens animados que falam os quais são conhecidos na internet como avatares. Leia um pouco mais a respeito da SitePal e da Voki abaixo.
SitePal foi desenvolvida pela Oddcast, uma empresa que se dedica à criação de uma vasta gama de inovadores avatares (personagens animados falantes) que são produtos para corporações, pequenas empresas e consumidores. Desde 1999, Oddcast surgiu como a indústria líder na tecnologia do avatar e ganhou numerosos prêmios e milhares de clientes, incluindo a Fortune e 500 marcas como Coca-Cola, Verizon, JP Morgan Chase, e McDonalds. Todo mês, mais de um milhão de Oddcast avatares são criados e veiculados em todo o mundo. Em 2003, a empresa introduziu SitePal, uma maneira fácil de utilizar e de preço acessível. Os avatares com áudio é uma solução que permite que as pequenas empresas reforcem a sua presença na Web e melhorem os resultados comerciais com estes personagens virtuais falantes. Com a sua capacidade de envolver os visitantes do site e reforçar um apelo à ação, SitePal comprovou o aumento do tráfego do site, a lealdade dos visitantes, o aumento de vendas. SitePal foi nomeada como uma das 50 Deloitte & Touche Fast empresas em 2006 com um produto para assistir a Small Business Technology Magazine. SitePal também foi coberta por numerosos meios de comunicação social, incluindo o New York Times, The Wall Street Journal e Inc.com.

Voki permite aos utilizadores manifestarem-se sobre a sua própria voz na web usando um personagem que fala. Você pode personalizar seus Voki parecido com você ou pode tomar a identidade dos lotes de outros tipos de personagens… animais, monstros, anime, etc. Seu Voki pode falar com sua própria voz, que é adicionada via microfone, upload, ou telefone. Voki vive no seu blog, perfil da sua rede social e em breve os avatares serão integrados em diversas plataformas de mensagens instantâneas. Você também poderá fazer download de vídeo. Voki é uma combinação de “vox”, que é latim para voz, e “Loki”, que é um personagem prankster em Norse Mitologia. Voki é trazido a você pelas pessoas em Oddcast, uma empresa em Nova Iorque que tem criado personagens falantes para a web por anos. Estas são as mesmas pessoas por trás do popular Careerbuilder Monk-e-mail.

Incrível o que os avatares da SitePal, Voki e Oddcast podem fazer! Não é! Você já imaginou as infinitas utilizações do recurso, principalmente na educação. Este instrumento auxiliaria na criação de áudio-aulas ou vídeo-aulas, por exemplo. Também é possível colocar em site ou blog, criar vídeo ringtones, enviar por e-mail, inserir em vídeo flash etc. O avatar pode ter as suas características, isto é, ser parecido com você. O avatar pode parecer com pessoas famosas, animais, monstros e animes. Você pode personalizar o cenário, cabelo, rosto, corpo, roupas e o sexo do avatar.
Assista ao vídeo que fala a respeito deste assunto e explica um pouco mais.

Não perca mais tempo. Faça agora mesmo o seu avatar animado com áudio visitando os sítios correspondentes à SitePal, Voki e Oddcast.

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Avaliação

26 07 2008

“Avaliação s.f. Do latim valere, valer.” (CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.)

“Avaliação s.f. 1. Ato ou efeito de avaliar. 2. Valor determinado pelos avaliadores. [Pl.: -ções.]” (Miniaurélio Século XXI Escolar)

“Avaliação é um processo sistemático, contínuo e integral, destinado a determinar até que ponto os objetivos educacionais foram alcançados.” (Fermin in Mediano, p. 30)

“Avaliar = descrição qualitativa do desempenho do aluno (não-medida) + julgamento de valor.” (Gronlund in Turra, p. 187)

De acordo com as definições acima podemos inferir que avaliação não é apenas uma medição quantitativa, mas é um julgamento de valor, um processo mais amplo e complexo. Dentro deste processo que é sistemático, contínuo e integral deve-se levar em consideração pelo professor a qualidade e, não a quantidade do que o aluno produziu. Por exemplo, é mais eficaz propor diversas atividades baseando-se em uma redação do que sugerir que o aluno produza diversos textos um após o outro sem perder muito tempo analisando com os alunos o que eles escreveram. A reestruturação do texto é uma excelente atividade.

Outro ponto importante é que a avaliação deve ser planejada e, por tanto possuir um objetivo. Caso contrário ela não terá o menor sentido. Os objetivos devem ser claramente definidos para que se saiba o que se pretende do aluno. Neste caso, podemos dizer que a avaliação possui como característica o fato de ser funcional, visto que se realiza em função de objetivos.

Outra característica é que a avaliação é um processo sistemático, isto é, a avaliação deve estar inserida no processo ou sistema de ensino-aprendizagem. Ela é contínua, ou seja, não ocorre apenas no final do bimestre ou do ano. Ela ocorre ao longo de todo o processo de ensino-aprendizagem proporcionando ao aluno oportunidade de recuperação imediata. Ela é integral porque julga não apenas aspectos cognitivos, mas também os aspectos afetivos e psicomotores.

Além das características não se deve esquecer das modalidades ou tipos de avaliação que devem ser abordadas em sala de aula, a avaliação diagnóstica, formativa e somativa. A avaliação diagnóstica é aquela que ocorre no início do processo de ensino-aprendizagem e o professor passa atividades para julgar quais habilidades e competências o aluno já adquiriu e quais ainda não domina. A avaliação formativa é aquela em que o professor aplica testes, trabalhos, provas, feedbacks ou outros instrumentos de avaliação para analisar as habilidades e competências adquiridas durante o processo de ensino-aprendizagem. A avaliação somativa é aquela que ocorre ao final do processo.

O importante depois de toda esta análise a respeito da avaliação é que é necessário se ter responsabilidade e bom senso na hora de avaliar. Deve se levar em consideração que avaliação é um julgamento de valor, um processo sistemático, contínuo, integral. Deve ser subjetiva e não objetiva porque avaliar não é só dar nota ou conceito. Deve ser planejada e possuir objetivos bem definidos. Deve proporcionar uma recuperação imediata já que ela é contínua. Deve julgar aspectos cognitivos, afetivos e psicomotores. Deve proporcionar um feedback e deve ser diagnóstica, formativa e somativa.




Desenhos dos alunos da 5ª série do CEF 10 de Ceilândia

26 07 2008

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Vídeo-aula sobre ortografia X

25 07 2008




Vídeo-aula sobre Substantivo e Adjetivo

25 07 2008




Exposição de Maquetes dos alunos da 5ª série do CEF 10 de Ceilândia

25 07 2008




Certificados, diplomas e declarações

25 07 2008

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Sou Margarete, paulista, pós-graduada em Língua Portuguesa pela Universidade Salgado de Oliveira em 2004, licenciada em Letras com habilitação em Língua Portuguesa e Literaturas do Ensino Fundamental e médio pela Universidade Católica de Brasília em 1999. Leciono a 14 anos na SEEDF. Em 1993, concluí o curso de Habilitação Específica do Ensino Médio para o exercício do Magistério em nível de Ensino Fundamental através da Escola Normal de Ceilândia. Em 1995, concluí os Estudos Adicionais na área de Comunicação e Expressão no Centro Educacional de Niterói, Rio de janeiro. Em 1999, recebi o título de semifinalista do Prêmio Assis Chateaubriand de Redação de 1999 através da dissertação intitulada de “A Tecnologia a serviço do homem contemporâneo” e, neste mesmo ano recebi o título de finalista do Prêmio Festival Literatura e Música, FEST!ART, da Universidade Católica de Brasília através do conto intitulado “Missa do Galo” (Versão do conto de Machado de Assis). Participei dos Programas Renda Minha e Sucesso no Aprender ministrando aulas de reforço aos sábados. Participei da III FACEC – Feira de Artes, Cultura e Ciências da Escola Classe 62 de Ceilândia recebendo referência elogiosa.







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